Sejam bem vindos

Somos uma empresa qualificada, inovadora, voltada para as tendências de mercado e agregando valores sociais.
Estamos localizados em Sorocaba/SP e atendemos todo o território nacional. Com uma equipe de consultores focados em cada necessidade organizacional. Esse espaço é para dividirmos nosso conhecimento com profissionais, estudantes e pessoas interessadas em atualização profissional, esperamos que você também compartilhe conosco sua opinião, sugestão, dicas e etc.


"Nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos, mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco! "

Sejam bem vindos...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Evento discutiu o impacto do trabalho na saúde das pessoas


 
Cerca de 130 integrantes dos grupos informais de RH do Estado de São Paulo participaram do II Encontro organizado exclusivamente para eles pela ABRH-SP e o Ginforh. O evento, realizado na tarde da última terça, no Espaço Manacá do CRA-SP - Conselho Regional de Administração de São Paulo, na capital paulista, discutiu o tema Trabalho, Estresse e Bem-Estar. O assunto atraiu a atenção dos profissionais de RH interessados em discutir o impacto da quantidade cada vez maior de trabalho na saúde dos funcionários.
Durante a palestra Trabalho e Estresse - Visão do Médico do Trabalho, o médico e diretor do CPH, Ricardo De Marchi, analisou o cenário atual em que as pessoas vivem mais, mas, em contrapartida, têm um nível crescente de responsabilidade, carga de trabalho e pressão. Ele também comentou sobre o perfil de saúde da população, que tem mudado com a prevalência de doenças crônicas.
“Ao mesmo tempo, o envelhecimento da força de trabalho significa maiores custos médicos, cujos aumentos ultrapassam a inflação. Por isso é importante fornecer programas e ferramentas que reduzam riscos específicos e encorajem um estilo de vida saudável. A palavra-chave, atualmente, é coaching de saúde”, assinalou De Marchi.
Segundo ele, um terço dos profissionais diz que o trabalho tem prejudicado sua saúde e, para 42% das pessoas, a pressão profissional interfere na vida familiar. “O mais importante é que o equilíbrio deve ser trabalhado pela empresa e o indivíduo com o objetivo de integrar saúde, qualidade pessoal e alta performance”, recomendou.
Facilitadores do burnout
Já na palestra Estresse e Bem-Estar, o professor de pós-graduação do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Moreno, abordou o burnout, ou síndrome do esgotamento profissional. Como ele explicou, existem diferentes facilitadores do burnout, como burocracia excessiva, falta de autonomia, normas institucionais rígidas, mudanças frequentes, falta de confiança e respeito entre os membros da equipe, comunicação ineficiente e impossibilidade de ascender na carreira.
Ao falar sobre a felicidade – definida como um grau de satisfação global da pessoa formado por uma coleção de recordações, momentos e experiências –, Moreno deu informações, levantadas em pesquisa, que contrariam o senso comum: pessoas casadas e com filhos não são mais felizes que os solteiros e sem filhos, assim como o maior poder aquisitivo, superado o limiar que permite a subsistência, não se relaciona com o aumento do índice de felicidade. Da mesma forma, dobrar o salário faz menos diferença que eventos vitais.
A programação do evento contou ainda com a apresentação do case Uma forma de propiciar conforto e bem-estar aos colaboradores – A experiência do Banco Votorantim. Rosemary Deliberato e Celso Marques de Oliveira, respectivamente superintendente de RH e diretor de RH do Banco Votorantim, falaram sobre os programas de qualidade de vida da empresa, que atendem 8.136 colaboradores dentro e fora do Brasil.
Eles lembraram que o mercado financeiro é considerado um dos mais estressantes que existem. Entretanto, o clima no Banco Votorantim é avaliado como um diferencial pelos seus colaboradores, que se declaram satisfeitos com as atividades que realizam. Isso apesar do crescimento muito forte apresentado pela empresa nos últimos quatro anos.
http://www.abrhsp.org.br/site/noticias_read.asp?id=525
 
Fonte: O Estado de São Paulo
Autor: ABRH-SP
    

quinta-feira, 29 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Orientação para Entrevistas

Hoje, conseguir emprego é uma arte. Para acompanhar as mudanças do mercado de trabalho, o candidato precisa estar bem informado, por isto é fundamental que  busque adquirir novos conhecimentos dentre eles noção básica de informática. A continuidade dos estudos é outro aspecto importante hoje a maior parte das vagas exige no mínimo o ensino médio.
A Tendência Recursos Humanos  traçou um caminho mais seguro para o candidato se portar diante de uma entrevista de emprego.

 




Dicas de entrevistas:


  • » Mantenha-se calmo: Não adianta ficar nervoso. Com planejamento e objetivos definidos suas chances de conseguir uma vaga multiplicam;
  • » Tenha objetivo definido: Avalie o seu perfil para saber exatamente quais são suas chances e pontos fortes na hora da entrevista;
  • » Falta de informação pode comprometer sua possível aprovação;
  • » Chegue com antecedência na empresa;
  • » Seja gentil e discreto na sala de espera;
  • » Use roupas discretas, com cores sóbrias. Não abuse de maquiagem;
  • » Cuidado com unhas e cabelos sujos;
  • » Mantenha a barba ou bigode bem aparados;
  • » Não demonstre medo, você só está à procura de uma nova colocação no mercado;
  • » Não esqueça o telefone celular ligado, desligue assim que chegar no local da seleção;
  • » Não masque chiclete em hipótese alguma;
  • » Durma bem para não chegar com olheiras à entrevista;
  • » Chegue ao encontro de cabeça erguida. A postura é muito importante, demonstre confiança e segurança no que fala;
  • » Ao cumprimentar, olhe nos olhos da pessoa. Isso dá uma demonstração de confiabilidade ao entrevistador;
  • » A hora do aperto de mão é muito importante. Não use força demais ou de menos;
  • » Saiba ouvir e limite-se a responder apenas sobre as questões que lhe foram formuladas;
  • » Seja objetivo. Cuidado com as expressões e jargões comuns; "a nível de", "né", "aí", "vamos supor que";
  • » A postura do candidato na hora de sentar para conversar é sempre observada pelo selecionador. Não fique esparramado na cadeira ou batucando no descanso do braço;
  • » Gesticulação exagerada e repetitiva demonstram nervosismo e insegurança;
  • » Não fume e não aceite cigarros durante a entrevista, mesmo que entrevistador ofereça;
  • » Cuidado com demonstrações de intimidade excessiva com o entrevistador.
  • » Após a entrevista, ligar diariamente para a empresa para saber o andamento da seleção pode ser confundido com insegurança.
Preste atenção para não:
  • Falar demais;
  • Franzir a testa em demasia;
  • Discordar em demasia;
  • Ser dogmático;
  • Mostrar impaciência;
  • Ser emotivo;
  • Ignorar perguntas;
  • Mudar de assunto de repente;
  • Desviar o olhar do entrevistador por muito tempo;
  • Contar piadas.
Boa Sorte e Sucesso!

sexta-feira, 12 de março de 2010

Oportunidades - Comércio Exterior

"Profissões pouco conhecidas são as mais valorizadas do Brasil"

Um dos segredos para um bom salário é ficar atento às novas áreas de especialização que estão surgindo.
Você sabe quais são as profissões em alta no mercado e em que setor há mais vagas? Há vagas, mas para ganhar bem, existem uns segredinhos.
Um dos segredos é ficar atento às novas áreas de especialização que estão surgindo. Uma pesquisa mostra que a maior oferta de cargos está nos setores da construção civil, comércio e indústria. Mas a pesquisa também traz uma novidade: profissões pouco conhecidas aparecem no topo da lista, com ótimos salários.
Uma empresa com problemas de imagem, crises internas, falta de comunicação - missão a ser resolvida pelo diretor de complaince - executivo capaz de restabelecer a harmonia no ambiente de trabalho. Profissão mais bem valorizada no momento, aponta a pesquisa da Fipe.

“Tem que ser uma pessoa que tenha inteligência emocional, não se deixe abater por questões políticas ou controversas, enfim, que seja neutro, tranquilo”, explica a diretora de compliance Ana Paula Candeloro.
Uma rotina de exames para decifrar os enigmas do cérebro. A segunda profissão mais valorizada é a do médico neurofisiologista. Depois de ficar seis anos no curso de medicina, Rosana Cardoso Alves estudou outros seis para se especializar.
“Às vezes, é uma doença nova ou que não foi bem caracterizada. Isso faz parte do nosso dia a dia em lidar com situações novas. Tem que ser curioso, tem que ser uma pessoa curiosa para procurar respostas”, diz a neurofisiologista clínica Rosana Cardoso Alves.
De acordo com a pesquisa, não é muito grande a diferença da média salarial, entre as duas profissões. Em terceiro lugar, aparece outro cargo de empresa, a de diretor comercial em operações financeiras.
“Acho que são dois componentes, o componente acadêmico, a formação, a pós-graduação, o MBA e o idioma. Sob ponto de vista do perfil pessoal, entender que muitas vezes precisa sacrificar um pouco a sua vida pessoal durante um período da sua carreira, e ter um certo comprometimento com a empresa, ser pró-ativo, entregar mais do que te pedem”, aponta o diretor da consultoria Robert Half, Fernando Mantovani.
Mas de acordo com a pesquisa, as profissões mais procuradas não foram aquelas que têm um grau elevado de especialização. Essas vagas estavam em setores como construção civil, indústria e comércio varejista.
Vendedor de loja, servente de obras, auxiliar de escritório, alimentador de linha de produção foram as funções mais ocupadas. Desde dezembro, Laerte Bruno Silva de Almeida trabalha como vendedor em uma loja de roupas. Com o dinheiro do salário e da comissão que recebe, faz planos para o futuro: “Penso em voltar a estudar, fazer uma faculdade e ir morar no exterior”.
Querer evoluir é essencial. “Se eu quero deixar de ser o vendedor e quero ser o supervisor de vendas eu preciso ver o que o supervisor de vendas tem para que eu possa tentar me desenvolver, buscando recursos, como ter alguém dentro da empresa que seja o meu mentor, que me oriente. Pensar em ter algo a mais, algo que me destaque na equipe”, destaca a consultora de RH/Career Center Adriana Néglia.
De acordo com alguns consultores de recursos humanos, 70% das vagas são ocupadas graças às redes de contato. Ou seja, é fundamental se preparar, fazer cursos. Mas também é essencial ter bons contatos.

Bom dia Brasil - edição de 09/03/2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

"Programas de Qualidade de Vida no Trabalho"


Os programas de Qualidade de Vida no Trabalho têm como objetivo criar uma organização mais humanizada, mediante maior grau de responsabilidade e de autonomia no trabalho, recebimento mais constante de feedback sobre desempenho, maior variedade e adequação de tarefas e ênfase no desenvolvimento pessoal do individuo. Estes programas constituem uma das mais eficazes formas de obtenção do comprometimento das pessoas, uma vez que favorecem o envolvimento dos empregados nas decisões que influenciam suas áreas de trabalho dentro da empresa.

Os programas de QVT envolvem a resolução participativa dos problemas, reestruturação do trabalho, inovações do sistema de recompensas e melhoria do meio ambiente do trabalho. Costumam, às vezes, apresentar dificuldades para serem implantados. Como envolvem custos para a empresa e têm poro alvo principal os empregados e não a organização, algumas vezes é difícil conseguir a adesão da alta administração. Esses programas, no entanto, orientam-se também em direção à melhoria na eficácia organizacional, já que esta tem como pré-requisito a satisfação do individuo que se intensifica por meio da participação nas decisões e na melhoria das condições em que se desenvolvem seu trabalho.

Um programa de QVT tem geralmente três componentes:


  1. Ajudar os funcionários a identificar riscos potenciais de saúde.

  2. Educar os funcionários a respeito de riscos de saúde, como pressão sanguínea elevada, fumo, obesidade dieta pobre e estresse.

  3. Encorajar seus funcionários a mudar seus estilos de vida através de exercícios, boa alimentação e monitoramento da saúde.
As estratégias para a prevenção de doenças e a promoção da saúde ganham cada vez mais importância nas empresas. Por dois motivos em especial: "o absenteísmo relacionado a afastamentos custa caro e quanto mais os funcionários utilizam o plano de saúde, mais ele pesa para os cofres da organização", explica André Alexandre Osmo, diretor médico do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, que tem um serviço especial de check-up para executivos.

A preocupação com a qualidade de vida é um fator em ascensão no âmbito organizacional. Inúmeros fatores externos (doenças e adversidades) permeiam o trabalho das pessoas. Os programas de qualidade de vida podem ser de vital importância para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus colaboradores, bem como com o desenvolvimento eficaz das organizações.

A vida do homem moderno, nos grandes centros urbanos, está cada vez mais amarrada ao enfrentamento de situações críticas para a sua subsistência, tais como alimentação, moradia, transporte, ensino, saúde e a própria manutenção do seu emprego. Todas elas geradoras de prejuízos físicos e psicológicos. Hoje, exige-se dos funcionários eficiência e alta produtividade em tempo limitado, porém, em condições inadequadas de trabalho, com problemas de ambiente e equipamentos. Tais condições acabam levando a insatisfações, cansaços excessivos, queda de produtividade, problemas de saúde e acidentes de trabalho.

As empresas procuram hoje qualidade de vida no trabalho, na esperança de promover um envolvimento e motivação do ambiente e proporcionar assim um aumento da produtividade, além disso, a atividade física, no âmbito da empresa é uma questão relacionada à promoção de saúde, não apenas como ausência de doença, mas como estado completo de bem- estar físico, mental e social.

segunda-feira, 8 de março de 2010

"A tendência do Dress Code nas organizações."

A imagem se torna cada vez mais importante no mundo corporativo e as organizações começam a se preocupar com a apresentação dos seus profissionais, como reflexo da própria empresa. O que mudou? Quais as vantagens e desvantagens que a liberdade de expressão trouxe nesse conceito de vestimenta e apresentação pessoal? Porque as empresas estão investindo na imagem dos profissionais? Por um lado, podemos notar que com o passar dos anos as pessoas conseguiram ser mais autênticas, menos reprimidas e expressar mais o que querem e pensam, no entanto, por outro lado, existe uma falta de parâmetros que muitas vezes causa preocupação às organizações que recorrem a nova tendência: o Dress Code.
Dress Code nada mais é do que um código de vestimenta, que serve tanto para a vida social como profissional. Atualmente, podemos notar que as empresas estão investindo nessa prática para que os profissionais entendam os valores e conceitos da organização onde trabalham e consigam traduzir a imagem da empresa na maneira de se vestir. Desde cargos de níveis mais baixos até os executivos, a apresentação pessoal pode ser fator determinante para se transmitir uma imagem positiva, tanto do próprio profissional quanto da empresa que está sendo representada.
Para Silvana Bianchini, diretora e proprietária da Dresscode International, existem diversos motivos para essa preocupação das empresas, como a competitividade no mercado, as mudanças na forma das pessoas se comunicarem e até mesmo a diversificação na maneira de se vestir. “Partindo do princípio que o seu concorrente tem um serviço parecido, a mesma tecnologia e um preço equivalente, então o grande diferencial será as pessoas. As organizações estão preocupadas que o recursos humanos passe para o cliente a mesma imagem que elas vendem como imagem corporativa, pelo marketing e pelas propagandas, porque o que a gente chama de aparência e comunicação não verbal, passa diversas mensagens que muitos não têm conhecimento”.
“Outro fator que podemos destacar são as mudanças no comportamento e na forma de se comunicar. Esses novos profissionais que não têm mais os pais dentro de casa para educar e para dar esse parâmetro, já que estão trabalhando, contam com as empresas para os ‘educadarem’ e treinarem ao ingressar no mundo corporativo”, explica Bianchini. “E por fim, o fato de que antigamente a vestimenta era única, apenas formal e atualmente temos outras formas, como o casual, por exemplo, acaba gerando dúvidas pelas diversas formas de interpretação. Então, a gente sempre sugere criar o Dress Code casual profissional e as consultorias vão às empresas dar esses parâmetros ou criar políticas, porque existem lugares que não possuem essas políticas definidas e por isso não têm como cobrar determinada postura”.
Fernanda Antonelli, consultora de RH da CNS Calçados, também aposta no visual como forma de apresentar uma boa imagem da empresa e acredita que a primeira impressão é muito importante para o julgamento que será realizado pelas pessoas. “Os profissionais traduzem a sua marca por meio do seu ‘look’, e quando um funcionário se apresenta sendo de uma empresa x, as pessoas irão avaliar como esse profissional se expressa por meio da sua aparência: uniforme, cabelo, maquiagem, calçado. Isso é muito importante para a empresa que tem um valor no mercado. Por esse motivo, os treinamentos voltados a códigos de vestimenta estão se tornando fundamentais”, explica.
Além da imagem e das dicas de vestimenta, o Dress Code também trabalha toda a forma de comunicação não verbal das pessoas, ressaltando que os gestos ou o modo como nos comportamos podem dizer muito sobre nós. “O consultor de Dress Code deve salientar a necessidade do bom senso e a relevância existente para os aspectos de identidade e cultura organizacional. Deve ser trabalhado não somente a aparência, mas também toda a importância e características de vestimenta dentro do mercado que o profissional deseja se inserir, assim como oferecer um cuidado especial para aqueles que estão em transição e buscando novas oportunidades, pois muitos dos processos e consultores de recrutamento e seleção tomam a indumentária como diferencial”, complementa Taian Haraguchi, gerente de Recursos Humanos da Stone Age.
“A imagem na verdade é tudo, mas não devemos confundi-la com visual ou impressão. Uma impressão eu causo em cinco segundos, uma imagem eu construo”, complementa Silvana. “Normalmente, a gente fala muito de impacto visual ou impressão para contatos de varejo, mas imagem pessoal pode se referir a uma carreira ou relacionamento com o cliente. Geralmente, as consultorias me contratam para falar de comunicação não verbal, tudo que não é falado, ou seja: atitudes, linguagem corporal e vestimenta”.



Como evitar problemas com a imagem e definir o dress code ideal
Antigamente, não era comum notar essa preocupação quanto ao código de vestimenta nas empresas. A moda existe há muitos anos, mas só de um tempo para cá que as organizações passaram a entender a importância da imagem no mundo corporativo e, além disso, começaram a notar o quanto a falta desta imagem pode influenciar negativamente a credibilidade e avaliação da empresa, perante os concorrentes, consumidores e até mesmo os próprios colaboradores.
“Por mais delicado que seja afirmar isso, pessoas com má vestimenta podem interferir na imagem da empresa, por isso a liberdade deve ser cerceada pelos limites do bom senso, principalmente ao lidarmos com clientes”, destaca Taian. “Atender o cliente de acordo com suas normas é uma forma de mostrar o respeito e conhecer sua cultura. Logo, o profissional que resolve adotar um dress code próprio acaba não somente por prejudicar a sua imagem como da empresa que representa. E, para manter o que já está sendo aplicado, as empresa devem sempre passar aos funcionários mais novos, estagiários e parceiros as premissas e objetivos”.
Outra forma de evitar problemas ou dúvidas quanto a melhor forma de se vestir, é cobrar uma postura ainda mais cuidadosa dos profissionais com cargos de liderança. Não é necessário que os gestores se vistam “melhor”, no entanto é importante que sigam o dress code da empresa, pois assim servirão como exemplo para os demais colaboradores. Além disso, o modo de se apresentar também ajuda em casos de menos ou maior acessibilidade ao profissional, de acordo com o que for desejado em cada empresa.
Fernanda acredita que apesar de haver essa preocupação maior com a vestimenta dos lideres e até mesmo uma cobrança mais acirrada por ocuparem cargos de chefia, que todos devem ter o mesmo cuidado no momento de se apresentar. “A preocupação deve ser de todos independente do cargo, porque de qualquer forma a imagem irá refletir na visão que as pessoas podem ter da empresa onde trabalha. Além disso, a apresentação conta muito para a valorização do profissional na organização”.
Cada empresa possui um foco e um público diferenciado, o que também deve ser avaliado no momento de definir o dress code adequado. Para Silvana, devemos definir primeiro a mensagem e depois a vestimenta. “Nossa imagem pessoal é uma ferramenta que administramos e manejamos da maneira que desejamos. Então, as definições de códigos de vestimenta de todos os níveis hierárquicos irão depender de como a empresa quer que aquele profissional seja visto e de como deseja que seu cliente receba a organização por meio dos funcionários. É importante lembrar que cada segmento pede uma linguagem diferente”, explica. “Agora, com certeza, a comunicação visual e a aparência são ferramentas como qualquer outra, assim como você tem que ter um conhecimento técnico sobre alguma coisa, você tem que ter o conhecimento de que sua imagem passa uma mensagem. É fundamental focar na mensagem que deseja passar e administrar isso ao seu favor”, finaliza.

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